Um evento sísmico de grandes dimensões coloca a líder interina da Venezuela na condição de testada, pela rapidez com que o Governo pode reagir e pela quantidade e eficácia dos recursos que pode pôr em prática. A prioridade deixou de ser estabilizar a economia ou consolidar o poder: passou a ser salvar vidas, além de reconstruir um país e convencer os venezuelanos de que o Estado ainda é capaz. A forma como a Presidente interina gerir esta tragédia poderá ditar o seu futuro político ou ameaçá-lo